quarta-feira, 12 de maio de 2010

sábado, 31 de janeiro de 2009




QUAL O OBJETIVO MAIOR DAS TCI? WHAT IS THE MAIN PURPOSE OF THE EVP?

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INCENTIVO. STIMULUS.

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RELAÇÕES ESTREITAS ENTRE OS ESPÍRITOS E NÓS. CLOSE RELATIONSHIPS AMONG THE SPIRITS AND US.

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NOSSO LIDER É O MAX (pseudônimo de Dr. Bezerra, quando encarnado)OUR LEADER IS MAX (pseudonym of Dr. Bezerra, when incarnate)

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Devemos nos adaptar à missão que nos foi confiada nesta encarnação. We must adapt ourselves to the mission entrusted to us in the current incarnation.

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ONE SHOULD NOT LINK EVP TO HORROR MOVIES. NÃO SE DEVE ASSOCIAR A TCI COM FILMES DE TERROR.

When visiting foreign sites that contain information or serious research about EVP I observed that many of them link EVP to horror movies. Many researchers tend to actually record EVP in cemeteries or haunted houses. Well, what would they expect to find in such places? Certainly voices of suffering spirits, linked to a dark past and its consequences. Acting this way these researchers inundate the imagination of the public with the impression that spirits are to be feared, always waiting for the the defenseless victim, spreading fear and avoiding dialogue.
It is necessary to understand that our world is only an imperfect copy of the spirit world, the final resting place of all creatures. If here on earth we go to places where there is a concentration of drug addicts and criminals, and there try to record people’s conversations we will see that the quality of the conversation will match the people that congregate in such places. The same will happen in the spirit world.
The atunement of feelings and purposes is a divine law – the good seek the good, the bad seek the bad.
Brazil is the country where the Spiritism is most spread and most seriously studied in the whole world. On the contrary of most people think, Allan Kardec did not idealize the Spiritism. He performed a true scientific work by gouping various messages from the spirits, received by various mediuns into different topics published in the book “The Book of the Spirits” in 1857. Since that publication, many others were written, such as “The Book of the Mediums”, “The Gospel According to the Spiritism”, “Heaven and Hell”, “The Genesis”, and so on, all of those were based on the first pubication. In these volumes we find directives to a secure and rich dialogue with the spirits who are not gods nor demons, but mere humans, in various stages of development, with free will to stay in places with which they identify themselves.
Who dive in the sewers must be prepared to meet with rats and insects along the way...
I suggest that the EVP researchers try to record in places where there is harmony and peace. It would be also important that they at least study the book “The book of the Mediums”, already translated into several languages including Esperanto.
Leave fiction to the movie makers. Like Jesus said, “Give Ceasar with belongs to Ceasar and to God what belongs to God” – Lets live that reality.

Ao visitar sites estrangeiros com informações ou estudos mais sérios sobre a Transcomunicação Instrumental (TCI ou EVP), observei que muitos deles fazem estreita relação entre a TCI e os filmes de terror. Vários pesquisadores procuram, até, realizar suas gravações em cemitérios e casas tidas, na linguagem popular, como mal-assombradas. Ora, o que esperariam gravar nesses ambientes pesados? Certamente vozes de espíritos sofredores, vinculados a um passado delituoso e suas consequências. Agindo assim, impregnam o imaginário das pessoas com a sensação de que os espíritos são seres terríveis, sempre à espreita de uma vítima indefesa para tentá-la ou aterrorizá-la, espalhando medo e aversão ao diálogo com os seres desencarnados.
É necessário entender que nosso mundo é somente uma cópia imperfeita do mundo dos espíritos, este, sim, a pátria original e final de todas as criaturas. Se, aqui na Terra, formos a locais onde se concentram viciados e facínoras e lá ligarmos um gravador de vozes, o teor das conversas registradas seria da pior espécie. Não é diferente na dimensão dos espíritos.
A afinidade de sentimentos e propósitos é uma lei divina – os bons interessam-se pelos bons, os maus pelos maus.
O Brasil é o país onde a Doutrina Espírita se encontra mais difundida e mais seriamente estudada no mundo. Ao contrário do que muitos pensam, Allan Kardec não idealizou o Espiritismo, fez, sim, um verdadeiro trabalho científico ao agrupar, por assuntos, diferentes mensagens dos espíritos, recebidas por diversos médiuns, e publicá-las em “O Livro dos Espíritos”, no ano de 1857. A partir desta publicação, surgiram outras, como “O Livro dos Médiuns”, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “O Céu e o Inferno”, “A Gênese”, além de “Obras Póstumas”, todas elas desdobramentos da primeira. Nesses volumes, encontramos as diretrizes sólidas para um diálogo seguro e proveitoso com os desencarnados, que não são demônios nem deuses, apenas seres humanos, em diversos graus de adiantamento moral, com livres arbítrios para permanecerem nos ambientes com os quais se identifiquem.
Quem mergulha nos esgotos deve estar preparado para ratos e insetos no seu caminho...
Sugiro, aos pesquisadores de TCI, que procurem gravar em ambientes de paz e nobres princípios. Seria muito útil, também, estudarem, no mínimo, “O Livro dos Médiuns”, traduzido para vários idiomas, inclusive o Esperanto.
Deixemos o Cinema produzir ficções. Fiquemos, nós, com a realidade que, como disse Jesus, dá a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

CONSELHO PARA SE TER MAIOR EQUILÍBRIO EMOCIONAL. EXHORTATION TO HAVE GREATER EMOTIONAL BALANCE

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NÃO SE DEVE ADIAR PROJETOS. WE SHOULD NOT POSTPONE PLANS.

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É SEMPRE BOM TER AMIGOS, EM DIFERENTES RELIGIÕES. ALWAYS GOOD TO HAVE FRIENDS WITH DIFFERENT RELIGIONS.

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ESPÍRITO SAÚDA A ESPOSA, AINDA ENCARNADA, NO DIA DO ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO DELES.

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EXEMPLO DE VOZ PARANORMAL QUE UTILIZA UM SINTETIZADOR

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Entidade feminina recebe o marido recém-desencarnado definindo este encontro como um passeio

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SEMPRE LEMBRADO, DR. BEZERRA.

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GLÓRIA A DEUS.

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OS ESPÍRITOS QUEREM NOS ENSINAR A "PESCAR" E, NÃO, DAR O PEIXE.

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NA SEARA DO CRISTO, O SERVIDOR DEVE ESTAR PREPARADO PARA MUITAS GUERRAS (notem o sotaque lusitano da entidade)

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COOPERAÇÃO DOS ESPÍRITOS PARA MELHORES CONTATOS

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No momento em que um amigo desencarnava, seu espírito se encontrava recolhido e assistido no Centro Espírita, distante do corpo hospitalizado.

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ESTÁ FEITO UM CONTACTO.

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OS ESPÍRITOS NECESSITAM DE DOIS CELULARES CONECTADOS PARA INTRODUZIREM SUAS VOZES.

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CASAL RECÉM-DESENCARNADO PEDE AJUDA (PRECES)

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CONFIRMANDO CONTATO COMO OS ESPÍRITOS

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NASCER, MORRER, RENASCER... VOLTAR À CARNE É LEI DIVINA DE PROGRESSO

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DR. BEZERRA FALA QUE CONFIAMOS POUCO E QUE ESPERARÁ MAIS UM POUCO PARA CONCRETIZAR O QUE PLANEJAMOS.

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APESAR DE TEREM MUITAS DIFICULDADES, OS ESPÍRITOS CONSEGUEM GRAVAR SEM RUÍDO DE FUNDO

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CONFIRMAÇÃO DE CONTATO COM OS ESPÍRITOS

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AS GRAVAÇÕES POR TELEFONE SÃO PREFERIDAS

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OS ESPÍRITOS INFORMAM QUANDO ESTÃO PRESENTES.

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OS ESPÍRITOS PREFEREM "FALAR" PELO CELULAR

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UM ESPÍRITO AUXILIA NO AJUSTE DO EQUIPAMENTO

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ESPÍRITO EM DIFICULDADES PEDE AJUDA

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O AMOR É SENTIMENTO DIVINO

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NA RUA DO NUBEM DEVE HAVER ALGUM LOCAL DE CONTATO

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O NOME DE BEZERRA É, RESPEITOSAMENTE, USADO COMO "SENHA"

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Os espíritos afirmam que necessitam do ectoplasma para se comunicarem conosco

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Mente e coração unidos, na mesma proporção. Pesquisa e fé mais profunda é a sábia receita dos espíritos, para todos nós.

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NÃO VEIO

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NEM SEMPRE OS ESPÍRITOS ESTÃO PRESENTES QUANDO SOLICITADOS.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O QUE É TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL

Transcomunicação Instrumental (TCI) ou, também, Fenômeno das Vozes Eletrônicas (em inglês, EVP), significa a comunicação, por meio de aparelhos eletrônicos, entre nós, encarnados, e os espíritos já livres do corpo de carne (vulgo mortos). Sua origem moderna está situada no início do século XX, quando alguns cientistas, como Thomas Alva Edison (1847-1931) e Atila Von Szalay, entre outros, começaram suas experiências em TCI com os aparelhos pouco sofisticados da época. Szalay conseguiu algum sucesso e associou-se a Raymond Bayles, em 1956, obtendo novos resultados satisfatórios. Entretanto, foi em 1959 que Friedrich Jüergenson, nascido na Rússia e naturalizado sueco, começou a obter gravações de vozes dos espíritos com regularidade e melhor qualidade, o que culminou com a publicação de um livro sobre o assunto, em 1964, tornando a transcomunicação mundialmente conhecida desde então. Os resultados de Jüergenson estimularam o psicólogo Konstantin Raudive a iniciar suas pesquisas sobre o tema, em 1965, transformando-se em um dos maiores estudiosos do assunto em todo o planeta, colecionando milhares de gravações de vozes paranormais em seus curtos nove anos de vida, na Terra, após aquela data. A partir de então, muitos outros pesquisadores, em diferentes países, contribuíram para o progresso da TCI, entre os quais podemos citar, nas décadas de 60 e 70, o Padre suíço Leo Schmid, o britânico Peter Bander, o austríaco Franz Seidl e, principalmente, o engenheiro norte-americano George William Meek. Meek conseguiu diálogos em tempo real com o espírito do cientista William J. O’Neil, falecido quatorze anos antes, que orientou o aperfeiçoamento de um sistema eletrônico próprio para as transcomunicações, denominado Spiricom. Na década de 80 surgem investigadores importantes como o alemão Hans Otto König e o casal luxemburguês Jules e Maggie Harsch Fischbach, além da paulista Sônia Rinaldi, destacado nome das investigações em TCI até o momento, com seu Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental (IPATI).
Não é nossa intenção a análise histórica detalhada da TCI, já (muito bem) realizada pelo pesquisador Hernani Guimarães Andrade (1913-2003), fundador do Instituto Brasileiro de Psicobiofísica, em seu importante livro “Transcomunicação Através dos Tempos”, infelizmente já esgotado, e Clóvis Nunes, autor do livro “Transcomunicação”, editado pela primeira vez em 1990 (Edicel), entre outros. Queremos apenas destacar que o primeiro livro publicado sobre o tema foi, em 1925, “Vozes do Além Pelo Telefone”, do brasileiro Oscar D’Argonnel, obra interessantíssima e não somente por ser pioneira, mas, também, pela extraordinária nitidez das vozes espirituais que dialogavam com aquele autor e outras pessoas próximas a ele, usando o telefone, como diz o título da obra.
Nos dias atuais, os registros das vozes dos “falecidos” podem ser armazenados em gravadores de fita ou digitais (computadores etc.), por meios variáveis como microfones, telefones (tanto fixos quanto celulares), e outros aparelhos mais sofisticados, construídos por pesquisadores em vários locais do planeta. Existe, ainda, a gravação de imagens do “além”, utilizando câmera de vídeo focalizada em alguma superfície refletora ou na tela de qualquer televisor comum, fora de sintonia, isto é, onde apenas se veja o conhecido “chuvisco” nessa tela, pouco a pouco transformado nas imagens paranormais.
Portanto, inteligências falam e se mostram para nós, encarnados, a despeito da descrença ou aversão de algumas pessoas ao tema, uns por preconceito religioso ou científico, outros por puro temor. Não importa que idéia se tenha dessas vozes, elas existem e respondem nossas perguntas com coerência. Divergências de opiniões são normais, mas negar manifestações como a TCI é voltar à Idade Média, quando a evidência dos fatos era emudecida pela crença cega, sustentada a partir dos porões de torturas.
A própria Igreja Católica Apostólica Romana, na figura do papa Pio XII, rendeu-se à evidência de algumas vozes gravadas, acidentalmente, junto com cantos gregorianos, por dois de seus sacerdotes, Agostino Gemelli e Ernetti Pellegrino. Nessas gravações, o falecido pai de Agostino Gemelli falou com ele da mesma forma que fazia anos antes e com a mesma voz que tinha quando vivo aqui na Terra. Pio XII, sabiamente, validou o fenômeno, classificando-o como um evento científico, tranquilizando os assustados padres e incentivando-os a continuarem na pesquisa dessas vozes paranormais. A Igreja Romana não apenas aceitou a Transcomunicação Instrumental, mas, também, condecorou o pesquisador de TCI Friedrich Jüergenson, em 1969, pelas mãos do Papa Paulo VI (veja, também, o artigo “Opiniões de Autoridades”).
Os dois provérbios Zen que transcrevemos a seguir resumem, muito bem, a relação entre o Homem, na Terra, e os fenômenos naturais ainda não entendidos por ele, denominados como paranormais:

“Bate no céu e ouve o som”.
“Se você entender, tudo será exatamente como é.
Se você não entender, tudo será exatamente como é”.

A rejeição que alguém possa ter por este ou aquele fenômeno natural não tem a menor importância: ele continua a existir, imutável, refletindo a pequenez de nosso entendimento da vida e da Natureza. Algumas pessoas percebem que determinados fatos desmentem as crenças vigentes e, de posse disto, ousam ir contra a opinião geral de suas épocas. Por isso, são tidas como excêntricas ou mesmo loucas. Que importa?! Só devemos contas à própria consciência e ela estará tranquila sempre que trilharmos o caminho da verdade que, algumas vezes, não é aquele que a maioria acredita ser. Não foram, alguns profetas, perseguidos dentro de suas próprias nações?

ENCARNADOS E DESENCARNADOS, JUNTOS, NO MESMO IDEAL.

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DR. ADOLFO BEZERRA DE MENEZES, DIRETOR ESPIRITUAL DO NUBEM

É com emoção que abordamos a história dessa figura ímpar que é Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Faremos, aqui, um breve resumo de sua vida para aqueles que não transitam pela Doutrina Espírita, pois que não cremos haver um só espírita no Brasil que o não conheça. Antes, porém, cumpre explicar por que motivos entregamos a direção espiritual do NUBEM ao Dr. Bezerra. Pouco tempo depois de iniciarmos a gravar as locuções dos espíritos, começou a aparecer, com frequência, uma voz grave e doce, humilde, mas direta, orientando nossos trabalhos por meio de sábios conselhos. Obviamente, nossa curiosidade foi aguçada sobre quem seria o dono daquela voz, dada à antiga admiração que temos por alguns espíritos que bem conhecemos nas lides espíritas. Por essa razão, em diferentes gravações indagamos o nome da tal entidade de voz grave e doce, sem respostas. Em uma das ocasiões perguntamos se um dia teríamos a oportunidade de ouvir o Dr. Bezerra e uma outra entidade, masculina, nos respondeu:

“Essa pergunta é uma pergunta importante hem? Não sei se isso será possível”.

Nos trabalhos posteriores continuamos a questionar, impertinentes, quem era o dono da voz suave, até que um dia, o próprio nos falou:

“Bezerra”.

Foi uma alegria... Entretanto, cautelosos como sugere Allan Kardec, pois que existem espíritos mistificadores, ansiosos para se passarem por grandes figuras, veneradas aqui na Terra, e, assim, melhor manipularem consciências tíbias, apelamos para os espíritos dirigentes do Grupo Espírita Regeneração, no Rio de Janeiro, o qual frequentamos há muitos anos, a fim de confirmarem ou negarem a autenticidade da gravação de Dr. Bezerra de Menezes. Obtivemos a confirmação dessa autenticidade, pela mediunidade do Sr. Geralcino Gomes, através do querido amigo espiritual, Dr. Alcides Neves Ribeiro de Castro, diretor, quando encarnado, do Grupo Espírita Regeneração. Sentimo-nos, pois, mais à vontade para homenagear esse fiel discípulo de Jesus. Criamos, assim, o Núcleo Bezerra de Menezes de Transcomunicação Instrumental, cuja abreviatura encerra nossos objetivos – NUBEM.
Vamos agora à resumidíssima biografia de Bezerra de Menezes, uma espécie de apresentação para aqueles que o desconhecem.
Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu no interior do Ceará, no dia 29 de agosto de 1831, em uma fazenda de nome Santa Bárbara, lugarejo então denominado Riacho do Sangue (atual Jaguaretama), lá vivendo até quase os vinte anos de idade, quando viajou para o Rio de Janeiro com o intuito de estudar medicina. Na capital do Império, sozinho, passou por sérias dificuldades financeiras, pois seus pais não tinham recursos para sustentá-lo, mas, ainda assim, concluiu o curso médico com brilhantismo. Foi, além de médico muito ativo, com trabalhos científicos publicados, também político, escritor, cronista de um dos maiores jornais da época (O Paiz), presidente da Federação Espírita Brasileira e, acima de tudo, cristão de primeira linha, tendo a caridade como bandeira maior, mesmo antes de se converter à Doutrina Espírita, no ano de 1886. Em seus sessenta e nove anos de vida na Terra, acumulou inumeráveis admiradores, especialmente pela dedicação que mostrava aos menos afortunados, chegando, algumas vezes, já maduro e clinicando como homeopata, a ter dificuldades em adquirir alimentos para a família, pois grande parte da clientela era pobre e nada lhe pagava ou até recebia dele os trocados necessários à alimentação e aos remédios. Contou a Ramiro Gama (“Lindos Casos de Bezerra de Menezes”), em 1962, a sobrinha-neta de Dr. Bezerra, D. Fausta Bezerra Silva, que o conheceu ainda encarnado, que seu tio-avô atendeu uma criança enferma e muito necessitada. Sem ter de onde mais tirar recursos para ajudar o infante, deu à mãe do menino um envelope com todo o pouco dinheiro recebido, na véspera, dos clientes que podiam lhe pagar algo, e que estava reservado para suas urgentes despesas pessoais. A um homem em situação aflitiva, encontrado na porta da Federação Espírita Brasileira, deu seu anel de grau, e a outro, cujo filho acabara de falecer, sua carteira de dinheiro, sem sequer abri-la para saber quanto tinha (não muito, certamente), ficando sem um centavo com que pagar o bonde que o levaria para casa, a necessitar de pequeno empréstimo de um conhecido para poder se deslocar do centro da cidade até sua residência.
Vemos, assim, com esses poucos exemplos, entre tantos já relatados por seus biógrafos, a envergadura espiritual deste ser que veio ao mundo para servir e, hoje, mais de um século depois de sua libertação da matéria, continua servindo em todos os recantos onde um necessitado ore por socorro. Entre eles nos incluímos, humildemente.

OPINIÕES DE AUTORIDADES

Thomas Alva Edison (1847 – 1931) :
"Se nossa personalidade sobrevive à morte, é bastante lógico ou científico supor que ela retenha memória, intelecto e outras faculdades e conhecimentos que adquirimos na Terra. Portanto, se a personalidade sobrevive ao que denominamos morte, é razoável concluir que aqueles que partiram da Terra gostariam de se comunicar com as pessoas que aqui deixaram. Eu estou também inclinado a acreditar que nossa personalidade, no além-túmulo, é capaz de influir na matéria. Logo, se este raciocínio está correto, poderíamos desenvolver algum instrumento tão delicado a ponto de ser afetado pelas personalidades dos mortos. Quando tal instrumento se tornar disponível, poderá gravar algo (do além)".


Arcebispo Cardinale, Núncio Apostólico :
“É tudo muito misterioso, mas sabemos que as vozes existem para que todos as ouçam”.

Dr. Butler, Bispo Anglicano de Conor:
“Estou definitivamente impressionado, e mesmo querendo ser impressionado por esse fenômeno”.

Frei Pistone, da Sociedade de São Paulo:
“A mensagem das vozes confirma a existência de vida após a morte”.

Monsenhor Prof. C. Pfleger:
“É a realidade, apoiada pela experiência e pelas provas à disposição de todos, comprovando que os mortos vivem e podem comunicar-se conosco”.

Peter A. Hale, físico:
“Não posso explicar o fenômeno das vozes em termos físicos normais”

Prof. Dr. H. Bender, Diretor do Instituto Universitário de Psicologia de Freiburgo:
“Testes extensivos demonstraram que a origem paranormal das vozes é altamente provável”.

Robert Crookall, doutor em Filosofia e Ciências:
“Estou convencido de que se trata das vozes dos mortos”

Dr. Brendan McGann, Diretor do Instituto de Psicologia de Dublin:
“Consegui reproduzir o fenômeno. Vozes de origem desconhecida apareceram na fita do gravador”.

Tracem um comentário. DEVERÁ LEVAR EM CONTA A CARIDADE COM A CONQUISTA QUE TODOS NÃO SABEM.

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DESPERDÍCIO

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DA TAÍS DÁ

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PRECISO DE OUTRO DADO

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O PRIMEIRO

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OBJETIVOS DA TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL

Quando falamos a amigos sobre nosso interesse na Transcomunicação Instrumental, suas fisionomias algumas vezes demonstram perplexidade, outras, curiosidade e, o que é mais comum, incredulidade. Raramente, total desinteresse.
Muito natural essa incredulidade diante do fenômeno da transcomunicação. E assim é por causa da educação que recebemos desde crianças, nesse aspecto, alimentada, mais tarde, pelos filmes de terror. Ou seja, quando crianças os adultos insistem em dizer, com boa intenção, que fantasmas não existem. Por outro lado, a ficção esforça-se em mostrar que eles existem sim, e são todos pavorosos na forma e no conteúdo moral. Das duas uma: ou ficamos com o que os mais velhos nos falaram ou com o que o cinema nos mostra, e ambas as opções estão incorretas.
“Fantasmas” nada mais são do que seres humanos que perderam seus corpos mais grosseiros pelo fenômeno da morte, mas continuam a existir em outras dimensões, e isso não é novidade alguma. Entretanto, convém refletir sobre o que somos agora, isto é, espíritos habitando um corpo, este, sim, mortal. Nós não temos um espírito, somos espíritos. Quando se possui algo, não se é aquilo, mas ouve-se falar que todos têm uma alma. Se eu não sou a alma, pois diz-se que a possuímos, quem sou eu? O corpo não será minha identidade, já que também o tenho e digo meu corpo. Repito, então, quem serei eu se não o espírito, ou a alma, como queiram?
Nessa mesma linha de raciocínio, definem o espírito como uma fumaça, ou algo semelhante, evanescente, que escapa do corpo morto e vai para algum lugar gozar ou sofrer para toda a eternidade.
Observemos, em torno de nós, as consequências palpáveis dessas indefinições - ou muitos se mostram desinteressados com um destino obscuro e nada racional depois da morte, ou se tornam materialistas. No primeiro caso a morte é horrível, pois promove estupenda mudança para uma vida incerta, irreversivelmente alienada e afastada do que construímos e de quem amamos na Terra, com duas possibilidades opostas e eternas, sem nenhuma certeza sobre a identidade que teremos, algo que a moderna civilização não consegue aceitar facilmente. No segundo caso a morte é horrorosa, já que condena à extinção tudo o que nos caracteriza como seres humanos, debaixo de sete palmos de terra. Não é de admirar a situação de grande parte das sociedades modernas: culto ao corpo, descaso pelo próprio destino e pela vida do semelhante. Egoísmo, egoísmo e egoísmo, até coerente, por sinal, se nossa herança fosse o nada ou a alienação. Ofereçamos, porém, provas cabais da sobrevivência do ser humano à morte; demonstremos, com fatos, que continuamos tão conscientes, no “além”, como hoje somos, amando com a mesma intensidade os seres queridos que aqui ficaram, visitando-os e auxiliando-os sempre que possível, e o medo da morte se desfaz em gratidão à bondade do Pai, que nos fez eternos e destinados à perfeição relativa, depois de depurações imprescindíveis, na Terra ou alhures. Ofertemos, aos religiosos e aos incrédulos, a lógica divina e, como tal, perfeita, que nos foi revelada pelos espíritos superiores nos tempos atuais, como explanação às palavras de Jesus, muitas vezes veladas, qual exigia a civilização de dois mil anos atrás e conforme Ele mesmo advertiu. Deus nos cria igualmente simples e ignorantes, propiciando, a todos, condições para evoluirem por esforço próprio ao longo de milênios, alternando períodos em que usam um corpo denso, na Terra ou em qualquer planeta no imenso universo, com outros em que desses corpos se desprendem pelo fenômeno da morte, habitando, assim, dimensões diversas. Após as necessárias e milenares depurações, vestiremos a “túnica nupcial”, nas palavras do Cristo, ou seja, seremos espíritos puros, entenderemos a divindade e com ela viveremos por toda a eternidade, não no êxtase improdutivo que alguns propalam, mas no trabalho contínuo de semear luz nos corações e mentes dos irmãos que se demoram atrás na marcha evolutiva. Que magnífica equidade! Nada de “escolhidos”, nem de penas eternas, nada de “povo de Deus”, nada de anjos, tal qual algumas pessoas entendem por este termo! O amor divino alcança, sem distinção, a todas as criaturas, e o facínora de hoje será o ser purificado de amanhã, após indispensáveis lutas que ele travará contra seus defeitos, em sofrimentos sempre proporcionais aos erros cometidos, para a conscientização e abandono dos mesmos. Quantos esperam apenas por essa certeza para se renderem ao bem, abandonarem a estrada do mal, desviarem-se, mesmo, do terrível ato do suicídio? Falar é fácil, criar teorias e mais teorias, muito simples, interpretar os Evangelhos de Nosso Senhor Jesus Cristo de maneira particular, nada demais, provar o que se diz com fatos científicos e, por isso mesmo, reproduzíveis por qualquer um, isto, sim, é complicado. Oradores se exaltam conclamando seguidores a irem contra aquilo que suas crenças julgam incorreto – e os espíritos falam... Cientistas procuram reduzir tudo o que presenciam às leis conhecidas em seus tempos, negando qualquer evidência que se contraponha ao estabelecido ou imaginando sistemas mais fantásticos do que os de Julio Verne para explicarem, com essas mesmas leis, fenômenos que entendem inexplicáveis – e os espíritos falam...
Com permissão do Altíssimo, os espíritos há séculos se comunicam com os Homens encarnados, para demonstrar, entre outras coisas, a ilusão da morte. Há cento e cinquenta anos um professor francês, de codinome Allan Kardec, estudou seriamente as mensagens dos mortos, recebidas por diversos médiuns, e as reuniu em livros que constituem a base da Doutrina Espírita, melhor chamada Doutrina dos Espíritos. Há quase cinquenta anos a moderna transcomunicação instrumental surgiu, como novo instrumento do contato interdimensional, e este é apenas um dos objetivos dessa recém-nascida ciência, pois, em paralelo ao apelo feito aos intelectos, a transcomunicação instrumental (e também, é óbvio, a mediúnica) apazigua corações angustiados, consolando a dor das perdas dos queridos que se despediram da Terra mas continuam falando com seus amados do lado de cá.
Abrangendo, de uma só vez, mente e coração, as palavras dos espíritos impulsionam o ser humano para níveis superiores de consciência e amor. Uns darão de ombros, aprisionados a preconceitos ou à indiferença, outros, quixotescos, combaterão os fatos, como tantas vezes já fizeram, inutilmente, no passado, mas alguns entenderão a mensagem divina nas vozes dos mortos, agora mais vivos do que nunca.